• segunda-feira , 20 novembro 2017

Entrevista: Milton Marques

O professor e médico, Milton Marques de Medeiros, comando, ao lado da esposa, Zilene Marques, o Sistema Oeste de Comunicação, que em Mossoró, opera com a TV Cabo Mossoró (TCM) e a FM 95, além de outras empresas. Nesta entrevista, ela anuncia a preparação de um programa político, para a FM 95 e novos programas para a TCM. E também avalia o cenário político de Mossoró e do Estado. Confira:
PORTAL DIFUSORA – Professor Milton Marques, quais os seus projetos para a FM 95, que o senhor assumiu o comando há alguns meses?
MILTOM MARQUES – Primeiro, este é um ano com características do que chamamos de esporte e política. Já estamos cobrindo o futebol local, estadual e regional, no momento em que a FM 95 é parceira da TV Cabo Mossoró e a TCM faz uma parceria com a TV Interativo Nordeste. A TCM cobre a Copa Nordeste e a Rádio FM 95 cobre o Campeonato Estadual com os times locais.

E sobre a questão política?
Sobre o aspecto de evolução política, temos observado com o Cenário Político, mas, também existe um pensamento de se incluir um programa meramente político para a FM 95. E temos mais alguns projetos, como melhorar a potência, convergindo um pouco para outras cidades. Aumentar o quadro de pessoal, trazer uma frequência de jornalismo mais atuante, mais momentâneo. Mais imediatista, pois, o fato acontece às 9h da manhã e ter apenas que ser noticiado apenas às 11h, por ser um jornal?

O senhor defende um maior imediatismo?
O que questionamos é se não daria para fazer o imediatismo mesmo, pois o rádio é isso. Então, em linhas gerais, é isso que se pensa sobre a FM 95.

Quais os projetos para TV Cabo?
A TCM como Cabo tem muita evolução para 2014. Tem uma relação para se ter uma franquia da chamada G2C que trata de todos os canais da Globo Sat. Há relações para se ter o que chamamos de Internet Empresa, que é vender Internet de 10, 20, 30, 50 megas, quando hoje se vende apenas 4 megas para residências. Em relação a se ter uma locadora virtual, oferecer para o assinante de Internet e para os telespectadores, por exemplo, 8 mil filmes que pode acessar através de Smartphone, Aipdhe, onde quiser, na hora que desejar, para escolher em um cardápio de oito mil filmes. Acho que já em fevereiro faremos o lançamento.

Também tem projeto para cobertura da TV Cabo em toda a cidade de Mossoró?
Pretendemos ter uma TV Cabo que possa cobrir o restante da cidade, pois, hoje cobrimos 84%, mas, temos áreas que cresceram muito, rapidamente, como por exemplo Sumaré e alguns conjuntos habitacionais como Veronique e outros. Pensamos em 2014 cobrir esse restante da cidade.

Existe também um projeto de telefonia?
Nós pensamos também, em telefonia, mas será apenas no segundo semestre.

A TCM 10 também prepara novos programas?
Nós estamos pensando em alguns programas novos. Mas está muito embrionário, mas, quem administra mais diretamente é Zilene (Marques).

Como o senhor avalia o atual momento político do Estado, com a governadora Rosalba Ciarlini enfrentando até problemas na Justiça?
Eu vejo é situação de ordem legal ou jurírica, não sendo o mais relevante. O mais relevante é a situação do Estado, com a situação social e econômica com o povo do Estado, querendo fazer uma leitura mais acurada, mais precisa sobre o que é que está acontecendo. E o momento é oportuno, pois é um ano eleitoral, pois todos se posicionam. Então, vejo que o Rio Grande do Norte precisa de se tomar posição. Acho que as pessoas agora, vão cada vez mais conversar. As lideranças irão aparecer e conversar mais, com várias simulações para se saber qual é o melhor para o Estado

Que avaliação o senhor faz da gestão Rosalba Ciarllini?
Nós sabemos que Rosalba Ciarlini, tem muita competência. Ela já mostrou que teria condições de administrar, diante da experiência que ela teve em Mossoró. Mas, nesses anos em que ela assumiu o governo, temos observado um desempenho ainda a acontecer. Existe uma administração que claudica em alguns pontos. Um Estado que se esperava um desempenho melhor do que o temos. Na verdade, essa rejeição, esses índices que estão sendo publicados, eles sintonizam com o que nós observamos na realidade. São muitos os setores que merecem um tratamento mais adequado.

Quanto ao município de Mossoró, como o senhor tem observado o quadro político e administrativo, com a cidade tento um prefeito em exercício e até com possibilidade de uma eleição suplementar?
Isso tem trazido dificuldades e, acho que muitos concordam, que não é bom para o município. Todos estão sentindo essa realidade e preocupados. Acho, que até a própria Justiça tem encontrado dificuldade de oferecer a situação correta. Tenho observado através dos amigos que fazem a imprensa. Uma coisa é certa: a cidade tem perdido, não é bom essa instabilidade.

O senhor tem planos de algum dia disputar algum pleito eletivo em Mossoró?
Meu nome tem sido citado, em algumas eleições, para cargos executivos. Mas, tenho dito que minha vontade é prestar um serviço, através da educação, agora por exemplo passe oito anos na reitoria da Uern. Ou através da empresas. Mas, aqui e ali, surgem comentários de que meu nome pode ser lançado. Mas, hoje, digo que já estive mais próximo da política do que hoje. Eu participo, contribuo, da forma que posso, mas não tenho nenhum objetivo de disputar um mandato eletivo.

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